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O leitor Arthur Quintana envia artigo que começa com uma pergunta: por que sobram assopradores de apito e faltam árbitros no futebol? Publiquei na íntegra. Retiro alguns trechos. Obviamente ele é um dos tantos indignados pela arbitragem de Avaí 3 x 0 Internacional. Arthur dá sugestões: “A remuneração dos árbitros deveria ser dividida em principal e acessória. A principal seria um fixo, enquanto a acessória seria e função de seu desempenho positivo, sendo que desempenho negativo anularia parte do desempenho positivo.” Tem árbitro errando tanto que o desconto atingiria o fixo. De tudo, uma certeza: como está, não pode ficar. Os dirigentes de clubes precisam agir. Apenas choramingar pelos cantos não resolve.