O ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Guilherme Caputo Bastos, concedeu oportuna entrevista para o Rech na Rádio Guaíba. A Confederação Paulista de Futebol tem dúvida sobre um adendo do ministro e não inscreveu Oscar no BID. Conforme o ministro falava eu ia mudando de opinião. Ora, tinha convicção de que a CPF tinha a obrigação de dar condições para Oscar atuar pelo Inter; ora de que isto ainda dependia de uma decisão do TRT de São Paulo.
Caputo repetiu ter habeas corpus autorizando Oscar a exercer livremente a sua profissão para qualquer empregador, conforme sua livre escolha. Se Oscar escolheu o Inter, está claro que a CPF deveria liberá-lo? Isto o ministro não diz. Afirma que Oscar não está obrigado a jogar pelo SP. Segundo Caputo, o vínculo desportivo é assessório do vinculo de emprego. Entende que Oscar deva ter vínculo desportivo com quem tem vínculo de trabalho, no caso o Inter.
Mas, e há sempre um mas em tudo, o ministro diz que Oscar deve ter vínculo desportivo com quem tem vínculo de trabalho, porém entende que o caso tem particularidades que serão dirimidas pelo TST/SP. Ele espera se reunir segunda-feira em Brasília com advogados do Inter e São Paulo e chegar a um acordo. Diz que todos estão perdendo.
