O pacotão do Inter de 2015 tinha Léo, Réver, Nilton, Nicolás Freitas, Anderson, Vitinho e Lisandro López.
Os nomes empolgaram a torcida no início da temporada em busca do tricampeonato da Libertadores.
Ficou na empolgação.
O pacotão custou uma grana e muitas dúvidas sobre a política de reforços do clube.
O meio-campista Anderson, ex-Manchester United e herói do arquirrival Grêmio, chegou con contrato de quatro anos em uma operação que vai custar, no final, cerca de R$ 28 milhões aos cofres colorados.
O acordo previa salários de R$ 500 mil, além de R$ 4 milhões em luvas, que serão diluídas no salário.
O pacotão de 2018 tem como contratados até agora os laterais Dudu, ex-Figueirense e Ruan, ex-Boa Esporte; os volantes Gabriel Dias, ex-Paraná e Patrick, ex-Sport; e o centroavante Roger, ex-Botafogo. É a política do baratilho.
Vai que dá certo?
