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Converso com o papa da preparação física nacional, Paulo Paixão. Para entender o que está acontecendo com o Inter. “É a bola, é a bola”, diz, com a sabedoria de quem já viu muito, mas não tudo, em futebol. E dispara: “Quem apostaria que o Brasil faria o que fez com a poderosa Espanha, aplicando 3 a 0”? Refere-se à final da Copa das Confederações. É difícil entender os caminhos da bola. Uma equipe milionária, recheada de opções, patinando no Brasileiro, hoje fora até do G-4. O Inter tornou-se um time ansioso. Precisa de uma vitória incontestável para quem sabe voltar a se afirmar com Dunga no comando. Há um prazo fatal para que isto aconteça: quinta-feira, dia 26.