Uma troca de WhatsApp na semana passada com dois conselheiros importantes do Grêmio, com trânsito junto ao presidente Romildo Bolzan, apontou que o vice de futebol Odorico Roman estava fragilizado no cargo. Questionava-se muita coisa. Como, por exemplo, a folga de quatro dias dada do treinador Renato como “prêmio” pela eliminação na semifinal do Gauchão contra o Noia e a derrota para o modesto Iquique pela Libertadores.
Num estado, o Rio Grande do Sul, onde tudo acaba em grenalização, a derrota do Inter nas penalidades na final do regional contra o Noia acalmou as coisas no Grêmio.
Romildo Bolzan concedeu uma entrevista na sexta-feira. Uma frase talvez decifre o discurso um tanto enigmático do presidente: “E o objetivo (da reunião com os jogadore e comissão técnica) é exatamente a motivação desta pauta e da nossa torcida”.
Vem faltando energia e entusiasmo para este Grêmio se compararmos ao mesmo Grêmio do final de 2016.
O adversário deste domingo na estreia do Campeonato Brasileiro será o Botafogo, na Arena, às 19h. Jogo de dois times que estão disputando a Libertadores. O Grêmio como atual líder do Grupo 8 e o Botafogo como segundo colocado na chave 1.
