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Hoje, porque amanhã é outro dia e tudo pode ser diferente, a parceria Grêmio e OAS está neste patamar: a construtora tem os seus problemas, as suas dívidas, e está amparada por um contrato; o Grêmio tem os seus problemas, as suas dívidas, e está comprometido por um contrato. Não há como prosseguir assim pelos próximos 20 anos. O Grêmio está num beco sem saída e cabe ao parceiro ceder. Se levar em conta o que ganhou neste negócio, cederá.