O resultado da investigação nas contas e procedimentos administrativos e financeiros do Inter entre janeiro de 2015 e dezembro de 2016, gestão Piffero, apontou atos de “gestão irregular ou temerária”, conduta que está prevista e é passível de punição pela Lei do Profut.
Mas que não estava prevista no estatuto do clube.
A informação é esta: o Inter tentou aprovar a lei durante a investigação.
Ouviu que o assunto deveria passar antes por uma votação interna no clube.
Isto acontecerá neste sábado.
Deverá ser aprovada, mas não tem poder retroativo. Aliás, o clube faz pouca divulgação desta votação que acontecerá em sessão extraordinária.
Piffero está escolhendo a dedo um advogado para processar alguns dirigentes do Inter e a CBF.
Um dos motivos: foi enquadrado numa lei que não se encontra no estatuto.
Há outros fatos.
Contra a CBF porque a entidade acusou o Inter de apresentar documentos falsos no caso Victor Ramos. Inter presidido por Piffero na época.
