Hiltor Mombach

Piffero e o futebol

Piffero rompeu com Luigi ainda em Abu Dhabi. Durante o Mundial, a relação já estava estremecida, por conta da reforma do Beira-Rio. Piffero queria que o Inter tocasse a obra e Luigi era favorável à contratação de uma empresa. Como se sabe, Luigi ganhou a queda de braço. De lá para cá a chances de Piffero assumir o futebol com Luigi presidente é zero: “Não vou ser convidado e, se convidado, não posso aceitar. Não me sinto em condições de aceitar”.


Ouvi que as oposições do Inter estiveram perto de um acordo para lançar  chapa única. Pelo acordo, Sandro Farias iria para presidente e Piffero seria o vice-de-futebol. Piffero não teria aceitado, dizendo que só voltaria ao futebol com Lopes na cabeça. Resultado: uma oposição foi de Lopes e a outra de Sandro Farias e nenhuma atingiu o mínimo de 87 votos necessários dentro do Conselho Delibarativo para passar para o segundo turno, quando votam os sócios.