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Como prometem estes planos de gestão.
E aqui falo de Inter e Grêmio. Um dos planos mais elaborados, chamativos, era o de Fábio Koff, o “avançar juntos”. Do papel para a prática, sobrou pouco, porque como diz o filósofo Rafael Bandeira o futebol é dinâmico. O plano de Koff prometia, entre outras coisas, que “a administração do futebol será feita em regime de colegiado como objetivo de evitar a repetição de 40 a 50 jogadores e de 4 a 5 técnicos por gestão”. Koff prometia criar o “comitê de dirigentes do amanhã”. Parece que foi criado e “descriado”. E abandonar o “modelo centralizador”. Koff deixar de ser centralizador! Do plano de gestão de Bellini: “Diferente do que historicamente acontece no Grêmio, que mantém um regime presidencialista, com vice-presidências isoladas concorrendo entre si ... o compromisso do MGI é respeitar o Estatuto, que prevê um Conselho de Administração tomando decisões colegiadas.”