Hiltor Mombach

PORTALUPPI, RELEMBRANDO A PENDENGA

PORTALUPPI, RELEMBRANDO A PENDENGA

PORTO ALEGRE, SEXTA-FEIRA, 16 DE JANEIRO DE 2004
De Primeira/Hiltor Mombach
JUSTIÇA

Relatório enviado para a ISL em 2000 apontava: ’Conforme demonstrativo elaborado pelo departamento financeiro do Grêmio, os seguintes atletas possuem participação de outras empresas em seus passes’. Entre os 20 relacionados estava Tinga, cujo passe pertenceria 50% a Jorge Gerdau e 24,6% a Renato Portaluppi.

Caso fique confirmada a vitória de Tinga na Justiça - o Grêmio irá recorrer - por falta de pagamento, os detentores de parte do passe teriam direito de responsabilizar o clube, buscando ressarcimento? Especulava-se que receberiam o valor aplicado quando da transação do jogador.

A assessoria de imprensa de Jorge Gerdau avisou por telefone que o empresário não se manifesta sobre o assunto. O assessor de Renato, Franco, disse que o ex-jogador emprestou 500 mil dólares (hoje quase R$ 1,5 milhão) ’para o Grêmio’ em 1997 e que tentará reaver a verba.
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SOCIEDADE
Ainda segundo Franco, Renato Portaluppi lamenta até hoje ter emprestado 500 mil dólares ao Grêmio. Na época, o ex-jogador havia sido convidado para ser sócio da churrascaria Porcão Rios, investindo os 500 mil dólares. O Grêmio está onde está e a Porcão Rios valorizou.
PASSE
O assessor não soube precisar como aparece o nome de Portaluppi como sendo dono de 24,6% do passe de Tinga: ’Os 500 mil dólares foram emprestados ao Grêmio e não serviram como investimento no jogador’.