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O Gauchão estava por começar e ninguém sabia onde atuaria o Universidade. Ontem, duas equipes de Porto Alegre, o Porto Alegre e o Inter, jogaram em Canoas, numa partida que começou às 22h, ou seja, um convite para o torcedor não ir. Domingo, tivemos incidentes em Pelotas x Grêmio, com muita gente de outros municípios com ingresso na mão não podendo entrar na Boca do Lobo e, até agora, nem Pelotas nem FGF fizeram um comunicado oficial - poderiam usar seus sites - pedindo desculpas, justificando os fatos. Não só por isso, mas também por isso e por outros motivos, o Gauchão evoluiu pouco, quase nada, dos tempos em que parte da torcida entrava por um portão, com bilhete, e outra, a maioria, deixava uma contribuição no "garrafão". O regional é um produto que entra ano, sai ano, não se valoriza. Está certo que o Universidade, ex-Ulbra, não tenha apelo popular, mas daí a arrastar quatro testemunhas para o jogo contra o Novo Hamburgo é uma tragédia. A bilheteria acusou R$ 30,00. Foram pagos R$ 1.883,00 aos árbitros, R$ 1,50 de INSS, R$ 376,00 de INSS sobre a remuneração dos árbitros e R$ 136,00 de diárias e hospedagem aos juízes. Prejuízo superior a R$ 2,3 mil.
