Projeto de Lei
Caro Hiltor.
Quero reiterar que o projeto de lei que apresentei não é dirigido a este ou aquele clube.
Lei de benefícios tem fixar conceitos e princípios e quem se enquadrar no conceito será contemplado pela lei. O bolsa família, isenção de impostos, incentivos etc.. não são para todos por isso.
Neste caso, porque teremos a copa não significa que todos os clubes de futebol do Brasil da primeira ou segunda divisão, que serão sedes, sub-sedes ou não de jogos poderão ter algum benefício fiscal.
Apresentei uma proposta que é sensata e retritiva como são os recursos públicos.
Teriam acesso, se aprovado o PL e a concordância do governo(um longo caminho pela frente talvez inatingível), somente clubes da modalidade futebol que sediarem atividades da copa e fizerem investimentos próprios. Este é o meu conceito e temos clubes em todos os estados brasileiros.
Por favor, não me venham com Grenal ou CAJU. Não dou nomes aos bois no PL. Esta velha disposição para o conflito entre a e b é que tem atrasado o RS e suas instituições.
Todos os clubes que se enquadrarem neste princípio proposto seriam beneficiados.
Não há uma linha sequer na proposta que fiz que diga não a este ou aquele clube. Falo de entidades desportivas na modalidade futebol.
Sinceramente, lamento muito a polêmica no velho estilo de ranço gaúcho. Melhor seria o dialogo, sugestão e contribuição para que o projeto fosse aperfeiçoado.
Fico pensando, quem sabe não seria melhor não ter proposto nada e que cada clube se resolvesse como pudesse ou almeja.
E viva a Copa! De qualquer jeito e pra qualquer um.
Afinal, vibramos com ela mas queremos que os outros resolvam o que precisa ser feito para que ela deixe de ser apenas um fato.
Aos clubes, neste caso, segundo os donos da verdade, melhor seria que não fizessem nada, continuassem devedores e deorganizados a espera do milagre que nunca virá.
Aos que me criticam por ter proposto alguma coisa concreta que valorizaria e estimularia clubes organizados um apelo: façam algo melhor e não fiquem só no costumeiro blá blá blá.
Atenciosamente,
Beto Albuquerque
