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O melhor da inauguração do novo Beira-Rio, sábado, ficou por conta dos protagonistas. Eles abafaram os shows. O estádio quase veio abaixo quando o ídolo maior dos colorados, D’Alessandro, provocou: “O Beira-Rio é nosso”. Nem Fernandão, nem Figueroa, tiveram a aclamação do argentino, hoje uma divindade. Só uma estrela teve louvação igual, Falcão, que emocionado segurou as lágrimas. O congraçamento de protagonistas do passado e do presente foi o fato marcante da noite. Era só os que os colorados queriam: repassar a história, serem lembrados, mais uma vez, porque o Internacional virou este Gigante, esta glória do desporto nacional.