Hiltor Mombach

Reestruturar o Departamento de Futebol do Grêmio

Do Grêmio do Prata / http://www.gremiodoprata.com.br/


Nesta semana, seguiremos com 3 postagens a respeito do departamento de futebol, amplamente debatido nos últimos dias, visto os maus resultados e a série de especulações a respeito.


Aqui vamos propor um debate partindo de um Diagnóstico, com um segundo texto tratando a estrutura do Departamento e os conceitos, e por fim a montagem de um plantel dentro desse modelo apresentado. São textos resumidos de um trabalho realizado pelo Movimento nos últimos anos.


Diagnóstico sobre o enfraquecimento do futebol:




  • Dirigentes que utilizam o clube para projetos pessoais;




  • Disputas políticas que interferem no futebol (vaidades);




  • Dirigentes sem compreensão alguma de futebol;




  • Ausência de concepção de futebol;




  • Falta de compreensão da história vencedora do Grêmio;




  • Falta de Planejamento;




  • Contratações Equivocadas / Atletas Desprovidos de perfil e compreensão de Grêmio;




  • Negligência com aspecto financeiro / gastos excessivos com jogadores sem retorno;




  • Falta de uma estrutura organizada do Dep. de Futebol (estrutura hierárquica / diretrizes / parâmetros a serem seguidos);




  • Base desvinculada do Profissional / desconexão entre os departamentos / mau aproveitamento da base;




  • Ausência de Prospecção de jovens promessas oriundas do RS identificadas com o Clube;




  • Contratações de jogadores sem condição técnica para jogar no clube da grandeza do Grêmio;




  • Contratações de jogadores sem o mínimo comprometimento com o clube (sem a devida avaliação precedente de comportamento);




  • Departamento de futebol subordinado a empresários;




  • Contratações de Treinadores sem critério e a devida avaliação (treinadores com os mais variados perfis passaram pelo clube em curto espaço de tempo);




  • Alternância excessiva de padrão e filosofia de jogo;




  • Leitura equivocada da Lei Pelé / Não adaptação a nova realidade jurídica;




  • Falta de convicção em uma filosofia de futebol, bem como em diretores, treinadores e jogadores.




Na próxima quarta-feira publicaremos o segundo texto.