Nesta semana, seguiremos com 3 postagens a respeito do departamento de futebol, amplamente debatido nos últimos dias, visto os maus resultados e a série de especulações a respeito.
Aqui vamos propor um debate partindo de um Diagnóstico, com um segundo texto tratando a estrutura do Departamento e os conceitos, e por fim a montagem de um plantel dentro desse modelo apresentado. São textos resumidos de um trabalho realizado pelo Movimento nos últimos anos.
Diagnóstico sobre o enfraquecimento do futebol:
Dirigentes que utilizam o clube para projetos pessoais;
Disputas políticas que interferem no futebol (vaidades);
Dirigentes sem compreensão alguma de futebol;
Ausência de concepção de futebol;
Falta de compreensão da história vencedora do Grêmio;
Falta de Planejamento;
Contratações Equivocadas / Atletas Desprovidos de perfil e compreensão de Grêmio;
Negligência com aspecto financeiro / gastos excessivos com jogadores sem retorno;
Falta de uma estrutura organizada do Dep. de Futebol (estrutura hierárquica / diretrizes / parâmetros a serem seguidos);
Base desvinculada do Profissional / desconexão entre os departamentos / mau aproveitamento da base;
Ausência de Prospecção de jovens promessas oriundas do RS identificadas com o Clube;
Contratações de jogadores sem condição técnica para jogar no clube da grandeza do Grêmio;
Contratações de jogadores sem o mínimo comprometimento com o clube (sem a devida avaliação precedente de comportamento);
Departamento de futebol subordinado a empresários;
Contratações de Treinadores sem critério e a devida avaliação (treinadores com os mais variados perfis passaram pelo clube em curto espaço de tempo);
Alternância excessiva de padrão e filosofia de jogo;
Leitura equivocada da Lei Pelé / Não adaptação a nova realidade jurídica;
Falta de convicção em uma filosofia de futebol, bem como em diretores, treinadores e jogadores.
Na próxima quarta-feira publicaremos o segundo texto.