Artigo 17°, parágrafo sexto, do regulamento específico do Gauchão 2022 diz que “as partidas seguirão a programação normal do calendário estabelecido caso os clubes tenham no plantel de inscritos para a competição ao menos 13 atletas imunes e/ou com exames negativos de RT-PCR para a Covid-19.”
Na quarta-feira pela manhã o Guarany de Bagé teve a confirmação de nove jogadores haviam sido diagnosticados com Covid. Pela noite entrou em campo e levou 4 a 1 do Brasil, em Pelotas.
Atuou sem cinco titulares e buscou dois garotos para compor o grupo.
O regulamento mandou jogar.
O bom senso exigia o adiamento do confronto.
Mas é compreensível a atitude do presidente da FGF, Luciano Hocsman em confirmar o jogo.
O Brasil poderia usar o regulamento e exigir judicialmente a realização.
O regulamento diz que “os clubes devem atestar à FGF através do médico a comprovação do ciclo vacinal completo dos atletas e comissão técnica, com antecedência mínima de 24h antes de cada rodada...”
O ciclo vacinal completo não impede a transmissão da Covid.
Eu sou a prova.
Fiz três vacinas e estou me recuperando.
Regulamento e bom senso
O regulamento mandou o Guarany jogar. O bom senso exigia o adiamento do confronto.
