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Eu estava no estádio Atanásio Girardot em 30 de agosto de 1995. Diante de 50 mil fanáticos torcedores colombianos o Grêmio sustentou um empate em 1 a 1 com o Atlético Nacional e faturou o bicampeonato da Libertadores. Deste confronto lembro de um Grêmio guerreiro aguentando a pressão que começou muito cedo, com um gol logo aos 12min, de Aristizábal, e igualando com Dinho, de pênalti, quase ao final. E de uma torcida rival barulhenta e civilizada. Não recordo de uma hostilidade sequer contra o pequeno número de gremistas festivos nem de atos de vandalismo. Fosse na vizinha Argentina... Hoje, como há 19 anos, o empate serve. Para seguir rumo ao tri.