Hiltor Mombach

Roth e o Mazembe: "Depois de seis anos ele pode pagar sua divida"

A vida é mesmo cheia de reviravoltas. Os exemplos são muitos.
Rafaela Silva, ouro olímpico no judo, depois de quatro anos anos com insultos entalados na garganta.
Falcão, demitido após 27 dias. Alguém imaginava que ele pudesse, com sua teoria e um grupo medíocre, fazer algo a mais?
Falcão é um ídolo, como ex-jogador. Não como técnico. Se fosse bom técnico, pouco faria nesse período.
Vejamos Celso Roth. Na minha humilde opinião, um dos principais responsáveis pela maior derrota que tive como torcedor: Mazembe.
Pois bem, tenho nele minha última esperança.
Ele pode, depois de seis anos, pagar sua divida com o torcedor colorado, nos salvando de uma dor maior ainda.
Agora, o maior protagonista, digno de roteirista de dramaturgia mexicana atende pelo nome de Vitório Piffero.
Transformou Celso Roth de vilão em mocinho. Fez o torcedor querer esquecer logo de um ídolo como o Falcão.
Espero a reviravolta, tão presente em nossas vidas, não alcance o Piffero. De campeão do mundo a série B seria demais.
Um abraço desse teu assíduo leitor.
Daniel Pazzini