Hiltor Mombach

Síndrome agravada

Bairrista confesso, padeço quando o futebol gaúcho vai mal. O final de semana agravou minha síndrome de coitadismo.

Bairrista confesso, padeço quando o futebol gaúcho vai mal. O final de semana agravou minha síndrome de coitadismo.
Começo dizendo que o meu final de semana futebolístico começou na quinta-feira.
Vi o Grêmio parar no Criciúma em plena Arena. Com vaias no final. Nem um mísero gol marcou. 
Já noite no sábado me acomodei no sofá para ver o Juventude.
Eram oito minutos do primeiro tempo quando sorri como quem diz: vai dar samba.
Deu, mas para o outro verde, o Palmeiras. Durou oito minutos o bom futebol do time de Caxias.
Desandou e levou três. Fiquei acabrunhando com a goleada.
Assim, meio desnorteado pelo empate de quinta e pela goleada sofrida do Verdão pampeano fui ver o Inter. 
Sai do final do primeiro tempo animado, apostando na vitória na etapa final.
Pois não é que Valdívia abriu o placar. Sozinho ele não faria aquele gol de falta.
Contou com a ajuda do goleiro Daniel.
O Inter ainda empataria, de pênalti.
Quase viraria contra um rival que terminou com 10.
Quase, porém não virou.
Arrumamos dois pontinhos em nove. Quando afundamos tanto? Amigos, o futebol não me dá mais alegria.