Hiltor Mombach

SAF não encurtará o abismo de Grêmio e Inter em relação a Palmeiras e Flamengo

Asfixiados por dívidas astronômicas e com uma dinheirama indo pelo ralo via juros bancários Inter e Grêmio discutem internamente um novo modelo de gestão, se viram SAF e onde encontrar outras fontes de financiamento.

Asfixiados por dívidas astronômicas e com uma dinheirama indo pelo ralo via juros bancários Inter e Grêmio discutem internamente um novo modelo de gestão, se viram SAF e onde encontrar outras fontes de financiamento.

Solução vista como milagrosa, a SAF nem sequer encurtará o abismo que hoje nos separa de Palmeiras e Flamengo. A realidade de São Paulo e Rio é uma e a nossa, outra.
Moramos num estado que despenca do mapa do Brasil. Lá, o dinheiro (TV e patrocinadores, por exemplo) jorra; aqui, pinga. O abismo veio para ficar.

Em 2019, importante jornalista afirmou que não existiam mais 13 clubes grandes como na década de 1980. Para ele, somente Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo eram grandes.

Diante da repercussão, disse que Grêmio, Inter, Cruzeiro e Atlético-MG se revezavam entre os grandes e se posicionavam, em determinados momentos, como uma quinta força.

Passados seis anos, o que se vê é isto: Flamengo e Palmeiras como superclubes e, na comparação, Inter e Grêmio à léguas de distância.
A distância encurta em torneios de mata-mata.

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