Na coluna do Correio do Povo do final de semana escrevo sobre o tal do fair play financeiro no futebol.
Numa semana em que Flamengo anunciou o meia Carlos Alcaraz, que estava no Southampton e custou 18 milhões de euros R$ 111 milhões.
O jogador argentino se tornou a segunda contratação mais cara do futebol brasileiro.
A primeira?
Thiago Almada, do Botafogo, contratado por 19,5 milhões de euros, R$ 121 milhões.
Depois de ver seu Flamengo levar uma sacola (4 a 1) do Botafogo Rodolfo Landim chorou as pitangas:
“Acho que só neste ano eles já investiram 75 milhões de euros (cerca de R$ 450 milhões), ou seja, aproximadamente o número que você apresentou como sendo desde 2021.
Isso para um clube que teve um faturamento de R$ 322 milhões no ano passado.
Sejam bem-vindos aos tempos de SAF sem fair play financeiro.”
Se o Flamengo, que fatura R$ 1,1 bilhão por ano, está lacrimoso, imaginem como Inter e Grêmio irão competir com as tais das Sociedades Anônimas do Futebol?
As SAFs se tornaram um caminho irreversível.
É aderir ou seguir a reboque como coadjuvante.
