Renato prometeu que o Grêmio estaria nas oitavas de final da Libertadores e cumpriu.
Jogando bem os dois tempos bateu com facilidade a Universidad Católica por 2 a 0.
Até os quero-queros do bairro Champanhe, em Garibaldi, tinham convicção de que o campeão da Libertadores de 2017 passaria. Estavam em dúvida se com ou sem sofrimento.
Afinal, o voo deste Boeing chamado Grêmio tem tido lá suas turbulências.
Foi sem sofrimento.
Aos 22min já estava 1 a 0. Não que a Católica tenha dado mole, longe disto.
É inferior mesmo.
Tão inferior que continua difícil explicar como o Grêmio conseguiu perder lá.
O primeiro tempo encerrou com cinco finalizações no gol contra nenhuma.
O ataque do rival chileno era um imenso território improdutivo.
No final, foram oito finalizações no gol contra uma.
Os números escancaram o abismo entre os dois.
Aos 22min finais Jean Pyerre saiu para a entrada de Thaciano, que oito minutos depois decretaria o placar final.
Se quando o Grêmio perde, dá mole, quando ganha é porque deu duro.
Os jogadores, se é que me faço entender.
Se quando o Grêmio perde, dá mole, quando ganha...
...É porque deu duro. Os jogadores, se é que me faço entender
