Hiltor Mombach

Seguem caindo esqueletos no Grêmio

Continuam caindo esqueletos no dos armários do Grêmio.
O último foi o caso Rodrigo Mendes.
Por conta da dívida de cerca R$ 14 milhões junto ao Flamengo pela venda de Rodrigo Mendes, em 2000, o Grêmio cedeu Pará, pagando o salário do lateral, mais R$ 7 milhões da venda de Matheus Biteco e uma grana da venda de Gabriel Silva.
A dívida seria da ISL, parceira do clube, mas a multinacional quebrou.
A informação é de que há mais esqueletos por cair em breve.
Poderá cair em breve o esqueleto da Bahía Internacional.
A empresa cobra vai muito o tempo o pagamento de comissões pelas negociações de Amato e Astrada, na época no valor de R$ 873 mil e que estaria em quase R$ 5 milhões.
A direção do Grêmio na época confirmou ser procedente a cobrança que a Bahía havia ajuizado contra o clube relativos à intermediação dos dois jogadores.
Os valores deveriam ser pagos pela parceria ISL, que quebrou.