Por Nickolas Machado
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Inter 0x0 Chapecoense

A entrada de Aylon no lugar de Anderson foi a única mudança da equipe.
No começo do jogo já ficou claro que a estratégia da Chapecoense era se defender e esperar algum contra ataque, e com isso foi o Inter que sempre ficou com a posse de bola, porém sem conseguir atacar o time adversário, a única forma de ataque da equipe eram as jogadas pelas laterais e os cruzamentos em bolas paradas. Logo aos 7 minutos, num dos poucos cruzamentos certos do Inter na partida, Aylon subiu sozinho mas cabeceou para fora, foi a melhor chance do primeiro tempo.
No segundo tempo o jogo estava no mesmo ritmo, Chapecoense se defendendo e Inter com a posse de bola mas na maior parte do tempo sem conseguir penetrar a defesa adversária. O lance que poderia mudar a história do jogo aconteceu aos 18 minutos, quando Andrigo sofreu pênalti, Paulão foi cobrar e o goleiro da Chapecoense defendeu, e no rebote ele ainda pegou o chute de Andrigo. Depois disso entraram Marquinhos, Gustavo e Alisson Farias, mas sem mecânica de jogo eles pouco apareceram.
A partir dos 30 do segundo tempo o enorme buraco no meio de campo do Inter que já vinha aparecendo no primeiro tempo ficou mais claro ainda, existia um espaço enorme entre os volantes e os atacante, todo mundo viu isso, e com isso o time começou a cruzar a bola na entrada da área esperando que acontecesse algo, mas não aconteceu nada. 0 a 0.
O Inter ficou com mais posse (60% a 40%), mas essa superioridade na posse de bola não serviu para nada já que a única chance clara foi num pênalti, foi mais um jogo em que o time abusou de jogadas laterais e cruzamentos, o Inter fez 35 cruzamentos, e desses 35, apenas 5 foram certos, já a Chapecoense fez 12 cruzamentos, ou seja, o Inter fez 3 vezes mais cruzamentos que o adversário.

