Como fã do trabalho e do caráter de Abel, sou suspeito quando escrevo sobre ele. Feita a confissão, lá vai.
Abel assumiu um time perdido ente San Juan e Mendoza. Foi apalpando aqui e promovendo algumas mudanças.
Até os quero-queros de Uruguaiana sabiam do crime que era despejar Moledo para a reserva de Zé Gabriel. Os quero-queros também viam que Undel vinha mal, que Dourado tinha que ser o titular, que o lugar de Marcos Guilherme era no banco...
Em 40 dias, Abel montou um esboço de time. Que pode engrenar. Sem fazer mimimi, chorar pelos cantos as ausências de Saravia, Guerrero e Boschilia ou lamentar o grupo “curto”.
As últimas três partidas mostram isto. O Inter bateu o Boca na Bombonera, façanha para poucos, com uma atuação de gala. Promoveu diante do Botafogo a sua primeira virada no Brasileiro e, sábado, bateu o Palmeiras por 2 a 0 com um primeiro tempo soberbo no quesito marcação.
Mister Abel Pegou um Inter descendo a ladeira, recolocou no G-4 e deu esperança de dias melhores. Tendência é que deixe um time montado para Miguel Ángel Ramirez.
Sem mimimi
Abel assumiu um time perdido ente San Juan e Mendoza
