Em 11 de julho o empresário Marcelo Marques anunciou a compra da gestão da Arena pagando R$ 130 milhões.
Designou uma equipe para trabalhar no estádio em conjunto com a atual gestora, a Arena Porto-Alegrense, e o Grêmio. Pretende montar uma estrutura profissional para administrar o clube a partir de 2026, quando será o presidente.
Sua primeira meta é acabar com as dívidas que gerem juros.
Hoje, as despesas financeiras são altíssimas.
Juros e correção monetária sobre empréstimos consumiram R$ 32 milhões em 2024.
Outra meta é tão aguardada troca de chaves entre o Olímpico, que passará a ser da OAS 26 e da Karagounis.
Questões judiciais e penhoras que recaem sobre a Arena, além registros em cartório, demandam tempo pela burocracia.
Sem a troca de chaves, a OAS 26 e a Karagounis não podem construir prédios residenciais e comerciais na área do Olímpico.
A OAS 26 também não pode ceder um terreno para a prefeitura que, em troca, faria as obras do entorno da Arena.
A expectativa é de que toda a burocracia seja vencida ainda este ano. E que ainda neste ano aconteça a troca de chaves.
Sem troca de chaves, OAS não pode construir na área do Olímpico
Em 11 de julho o empresário Marcelo Marques anunciou a compra da gestão da Arena pagando R$ 130 milhões.
