Hiltor Mombach

Sindicato x Inter

Sindicato x Inter

Do site do Sindicato dos Empregados em Clubes Esportivos e em Federações no Estado do Rio Grande do Sul.
Presidente do SECEFERGS, Miguel Salaberry Filho, convocou reunião extraordinária de diretoria para apreciar proposta do SC Internacional, Porto Alegre- RS, que contém práticas anti-sindicais. A reunião será realizada dia 10/09/2010, às 13h00, na sede do sindicato. Rua Gen.Vitorino nº 129 4º andar - Centro - Porto Alegre - RS.

O caso. O sindicato exige um auxílio creche de R$ 510,00. O Internacional oferece R$ 106,00. Segundo O vice de patrimônio do clube, Décio Hartmann, o Inter deu 10% de aumento sobre o piso, 6% de aumento aos demais servidores e consultou os índices de reajustes para a creche, chegando a um aumento de 6%, o que resultou nos R$ 106,00. Décio levou a proposta ao presidente Vitorio Piffero, que aceitou. Miguel Salaberry Filho insiste nos R$ 510,00 com o argumento que o Grêmio pafa este valor. O Inter, segundo Hartmann, vem tentando vai tempo emtabular negociações sem sucesso.

O sindicato distribuiu e-mail com título: "Internacional de Porto Alegre adota práticas anti-sindicais e perseguição contra mulheres e mães trabalhadoras".

Trecho: "O glorioso Internacional de Porto Alegre, que tantas alegrias dá para sua torcida, nos garantindo, inclusive, a Libertadores, tem sua administração do futebol ofuscada pela atuação, irresponsável e inconsequente, de seu vice-presidente administrativo Décio Hartmann, que adota uma atitude antisindical e antifeminista nas negociações com o sindicato que representa os trabalhadores e trabalhadoras do clube. E o pior, na tentativa de pressionar o Secefergs, que representa os trabalhadores e trabalhadoras do clube, condiciona a negociação à demissão de um dos diretores do nosso sindicato, o que caracteriza prática antisindical, condenada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), pela nossa Constituição e pela União Geral dos Trabalhadores, central sindical da qual somos filiados e da qual participamos da direção nacional. Todo o brilho e eficiência da excelente administração do futebol pode vir a ser comprometido ao se criar, com a atitude irresponsável de Décio Hartmann, um passivo trabalhista para o Internacional. Passivo trabalhista que tende a se acumular e que aparecerá mais cedo ou mais tarde. Ao se posicionar claramente contra as mulheres e mães trabalhadoras do Internacional, Décio Hartmann arranha a imagem do Internacional no momento que não interessa a ninguém, nem à sua torcida e nem aos seus trabalhadores e trabalhadoras denunciar as práticas antisindicais e antifeministas ao colegiado da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com reflexos diretos na campanha mundial do clube. Mas, a persistir o impasse, a prepotência e o desrespeito da gestão administrativa....."

Opinião do blogueiro: Décio Hartmann não determina valores, segue a cartilha do clube. Não me parece nem de longe que ao discutir um aumento esteja arranhando a imagem do clube nem se posicionando contra as mullheres. O que é que tem a ver a conquista da Libertadores com o assunto?
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