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HILTOR! A síndrome do pânico é algo ainda misterioso. Mas é uma sensação horrível! E difícil de explicar para alguém. Gostei da dica da natação. Tenho muito interesse nesta leitura. Um abraço!
Interessantíssimo ouvir o relato de uma pessoa que possui milhares de leitores. Abordaste um tema muito importante, há muitas pessoas que sofrem da síndrome do pânico. No aguardo do livro, parabéns.
Também tive síndrome de panico exatamente como o Hiltor comenta, sensação de morte, um medo, ansiedade e angústia terrível, mas me livrei totalmente disso.
Não quero dar lição pra ninguém,apenas compartilho minha solução, talvez funcione com outros. No começo tratei da forma padrão: psiquiatra, psicólogo e medicação. Medicação é fundamental no início, o cérebro desregula quimicamente e assim como a perna quebrada precisa de gesso, o cérebro precisa do calmante pra engessar tua angustia/medo inicial e de outro medicamento pra melhorar a química. Psicólogo é fundamental pra te fazer entender a doença. Teu cérebro dá uma mensagem errada, que me parece ser 5% ou menos da crise, essa bolinha só vira gigante pela tua reação emocional a este “start”. Se tu não entende a doença e acha que vai morrer, ou está ficando maluco e etc, a reação emocional cresce e alimenta quimicamente a crise, então é importante entender o que tem. Tu não está maluco, não vai morrer e etc.
Dito isso, após um ano de tratamento correto eu sempre saia com meu calmamente no bolso por precaução, como recomendam, mas quando tinha a crise eu nunca tomava. Decidi enfrentar racionalmente o emocional alterado quimicamente pela doença, quando tinha a crise eu sentava, conversa comigo mesmo e não me medicava até passar. 30-45 min de terror, mas que foi diminuindo a cada crise, ao ponto deu identificar a pontinha do “start” (respiração curta, peito apertado, leve angustia) e simplesmente dizer “larga de besteira” e pronto, não tinha medo e portanto não alimentava a química e o pânico não vinha, até sumir.
Parece fácil falar mas pra quem teve, sabe que segurar 30-45 minutos de terror não é fácil, mas acho menos fácil ainda viver com isso o resto da vida, por isso enfrentei com lógica e racionalidade o que o meu emocional dizia e venci a doença.
Sei bem do que tu estás falando. Tive pânico (crise) e hoje sofro de várias fobias que me impedem de viver a vida plenamente. Tenho medo de me tratar e ter que enfrentar coisas que hoje evito ,como; andar de elevador, lugar fechado, multidão, avião, estradas, engarrafamentos Poderia viajar, pois tenho condições financeiras, mas o máximo que consigo é ir na praia, com esforço. Há pouquíssimo tempo, meus dois filhos tiveram, um deles com depressão e risco de suicídio. Nenhum médico de hospital está preparado para essa. doença Pensam em drogadição etc. Tive que dizer para o. psiquiatra que meu filho estava tendo uma crise de pânico. O que salvou meu filho foi a hipnose, seguido da medicação. Não sei como sobrevivi
HILTOR! A síndrome do pânico é algo ainda misterioso. Mas é uma sensação horrível! E difícil de explicar para alguém. Gostei da dica da natação. Tenho muito interesse nesta leitura. Um abraço!
Interessantíssimo ouvir o relato de uma pessoa que possui milhares de leitores. Abordaste um tema muito importante, há muitas pessoas que sofrem da síndrome do pânico. No aguardo do livro, parabéns.
Também tive síndrome de panico exatamente como o Hiltor comenta, sensação de morte, um medo, ansiedade e angústia terrível, mas me livrei totalmente disso.
Não quero dar lição pra ninguém,apenas compartilho minha solução, talvez funcione com outros. No começo tratei da forma padrão: psiquiatra, psicólogo e medicação. Medicação é fundamental no início, o cérebro desregula quimicamente e assim como a perna quebrada precisa de gesso, o cérebro precisa do calmante pra engessar tua angustia/medo inicial e de outro medicamento pra melhorar a química. Psicólogo é fundamental pra te fazer entender a doença. Teu cérebro dá uma mensagem errada, que me parece ser 5% ou menos da crise, essa bolinha só vira gigante pela tua reação emocional a este “start”. Se tu não entende a doença e acha que vai morrer, ou está ficando maluco e etc, a reação emocional cresce e alimenta quimicamente a crise, então é importante entender o que tem. Tu não está maluco, não vai morrer e etc.
Dito isso, após um ano de tratamento correto eu sempre saia com meu calmamente no bolso por precaução, como recomendam, mas quando tinha a crise eu nunca tomava. Decidi enfrentar racionalmente o emocional alterado quimicamente pela doença, quando tinha a crise eu sentava, conversa comigo mesmo e não me medicava até passar. 30-45 min de terror, mas que foi diminuindo a cada crise, ao ponto deu identificar a pontinha do “start” (respiração curta, peito apertado, leve angustia) e simplesmente dizer “larga de besteira” e pronto, não tinha medo e portanto não alimentava a química e o pânico não vinha, até sumir.
Parece fácil falar mas pra quem teve, sabe que segurar 30-45 minutos de terror não é fácil, mas acho menos fácil ainda viver com isso o resto da vida, por isso enfrentei com lógica e racionalidade o que o meu emocional dizia e venci a doença.
Sei bem do que tu estás falando. Tive pânico (crise) e hoje sofro de várias fobias que me impedem de viver a vida plenamente. Tenho medo de me tratar e ter que enfrentar coisas que hoje evito ,como; andar de elevador, lugar fechado, multidão, avião, estradas, engarrafamentos Poderia viajar, pois tenho condições financeiras, mas o máximo que consigo é ir na praia, com esforço. Há pouquíssimo tempo, meus dois filhos tiveram, um deles com depressão e risco de suicídio. Nenhum médico de hospital está preparado para essa. doença Pensam em drogadição etc. Tive que dizer para o. psiquiatra que meu filho estava tendo uma crise de pânico. O que salvou meu filho foi a hipnose, seguido da medicação. Não sei como sobrevivi