Hiltor Mombach

SOFRENILDO NA ÁFRICA

SOFRENILDO NA ÁFRICA

Sofrenildo era um personsagem, criação do saudoso Sampaulo, com quem tive a honra de trabalhar na Folha da Tarde. Lembrei do Sofrenildo hoje, domingo. Os fatos.
No dia de Brasil x Coreia do Norte sai de casa agasalhado, mas não o suficiente para enfrentar uma temperatura abaixo de zero e com vento, na noite mais gélida desde que chegamos em Johannesburgo. Fez tanto frio que deu manchete em jornal. Aqui sol engana. Está sempre presente da manhã até ali pelas 17h, mas parece uma lâmpada de freezer: não esquenta nada. Hoje, dia de Brasil x Costa do Marfim, vesti sete peças de roupa: três camisetas, um blusão, mais um blusão, mais um blusão e uma japona, mas meia de lã, dois pares, manta e toca. Do caminho do IBC até o Soccer City empapei duas camisetas de tanto suor. Tivemos o dia mais quente aqui, cerca de 18 graus. Espero que pela noite de confirme a previsão dos jornais daqui de que teremos menos três graus, embora ache que a meteorologia se enganou.