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Por volta das 22h de quinta-feira recebi a informação de que Cacalo iria concorrer para presidente do Grêmio. Pouco depois a notícia ganhava as redes sociais. Alguns integrantes do Movimento Grêmio Vencedor (MGV) haviam me dito que Cacalo concorreria se a chapa de Romildo Bolzan não contemplasse o MGV com duas vagas no Conselho de Administração. Cacalo é o presidente de honra do MGV e esteve reunido com o grupo nesta semana. Romildo é o candidato de Koff. Koff não aceitou a pressão de Cacalo e não deu as duas vagas pretendidas. Então Cacalo não botara o MGV para sonhar! Concorreria. Peitudo ele em se meter contra Koff. Mas, e há sempre um mas em tudo, eu não tinha a confirmação de Cacalo. Seu celular não atendia. Segui minha intuição. Não escrevi sobre o assunto na minha coluna. Aguardei o lançamento oficial da candidatura. Continuo aguardando. Continuarei aguardando. Eu e o integrantes do MGV que Cacalo botou para sonhar. Ontem recebi outra informação. De que a Situação de Romildo havia costurado com Cacalo, não sei com que tipo de promessa, para que ele desistisse da candidatura. Romildo desmente dizendo que não houve costuma alguma. Acredito em Romildo e dou o motivo: Koff queria que Cacalo concorresse, queria medir forças no pátio, testar quem tem mais prestígio junto ao torcedor.