A frase diz que “navegar é preciso, viver não é preciso”.
Para um há instrumentos, para o outro os imprevistos.
Da vida.
Sonhar é preciso, é da necessidade do ser humano.
Temos sonhado pouco quando o assunto é futebol.
Vivemos precisamente a síndrome do coitadismo.
Futebol não se faz apenas com cautela. As loucuras sempre encantam mais.
Nem sempre garantem títulos, mas enquanto duram garantem sonhos.
Preis diz que o Grêmio precisa de um fazedor de gols.
Precisa mesmo pois tem uma Libertadores pela frente. Sonhar com o tri é preciso, embora todas as imprecisões da caminhada.
Se é para sonhar, que se sonhe grande.
Com Lucas Pratto.
Ouço que o Grêmio não pode concorrer com os salários da Europa. Pergunto: o Galo é um time de algum país europeu?
Vejam: um clube brasileiro está bancando o excelente atacante argentino.
Estimado Romildo. Se, sempre no condicional, se o Grêmio vender Luan ou Bolaños (que ainda não aprovou) não use a grana para empilhar meia dúzia de atacantes meia-boca.
O Grêmio está endividado há 100 anos. Vai continuar assim pelos próximos 100. Melhor um time endividado com caneco no armário. Bota o torcedor para sonhar, Romildo!
