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O Inter empatou sem gol contra o Cruzeiro na estreia do treinador Argel. Argel que ainda não teve tempo para trabalhar. Inter que não pode contar com Juan, Alex, D"Alessandro, Wellington, Lisandro... Argel escalou Alisson; William, Paulão, Ernando e Geferson; Rodrigo Dourado, Nicolás Freitas, Nilton e Valdívia; Vitinho e Eduardo Sasha. Três volantes, indicativo de um time cauteloso. No banco, Muriel, Léo, Alan Costa, Zé Mário, Anderson, Alisson Farias, Taiberson e Rafael Moura. Ao contrário de Aguirre, mais contemplativo, Argel gesticula muito. É sua característica. Apareceu muitas vezes mandando o time apertar a marcação. O jogo não foi bom. O Cruzeiro vinha de um fiasco contra o Joinville (levou 3 a 0) e muitos jogadores foram vaiados na hora do anúncio. Público pequeno para um clássico do futebol brasileiro: 14.166. O Inter chutou pouco e teve duas chances para marcar. Pouca produtividade ofensiva. O Cruzeiro pressionou muito no segundo tempo. Fiquei com a impressão que faltou pernas para o Inter depois dos 20min finais. Argel fez mudanças nos 45min do segundo tempo. Aos 13min saiu Valdívia e entrou Rafael Moura. Aos 18min saiu Vitinho e entrou Taiberson. Aos 34min saiu Nicolás Freitas e entrou Zé Mário. No final, o Inter quase marcou. Um ponto em Minas Gerais. E vaias para Luxemburgo, com a torcida gritando ainda "time sem vergonha".