Vai tempo, Pedro Rocha já havia sido negociado, quando escrevi o seguinte:
“Nada contra, todo treinador tem. Ênio Andrade tinha os seus.
Um deles, Heider.
Para escalar Everton desde o começo da partida, pressuponho que Renato tenha que sacar um dos seus bruxinhos e reluta.
Só isto explica o atacante sentar no banco de reservas.
Não consigo encontrar outra explicação.”
Insisti em afirmar aqui mesmo que Everton era imensamente melhor do que Fernandinho deslocado pela esquerda.
Everton vem provando tudo aquilo que reiterei.
Hoje, é o melhor atacante do Grêmio disparado, é o nome da fera.
Não está no Bola de Prata da sétima rodada do Brasileiro.
Uma injustiça.
Sozinho, ele desmontou com o Ceará.
Sofreu pênalti não assinalado e deu o passe para o gol numa arrancada que lembrou Usain Bolt.
Uma andorinha não faz verão, mas um Everton sozinho faz um estrago danado no sistema defensivo do adversário.
Everton, o menino que por um tempo foi relegado por Renato e que deverá deixar uma fortuna nos cofres do Grêmio se continuar jogando assim, estará em campo nesta quarta-feira contra o Fluminense de Abel na Arena.
Ao lado de Luan. Juntos, Everton e Luan somam 16 gols na temporada, oito cada.
