Hiltor Mombach

Timãoricinho e Flaboy, os dois filhinhos da Globo

Meus amigos, não estou paranoico. Pelo menos nesta questão. Nem sofro da síndrome do coitadismo por morar num estado que despenca do mapa do Brasil. Não acho que Internacional e Grêmio são perseguidos pela televisão: tenho certeza. Há quanto tempo venho dizendo isto? Há anos, muitos. Tenho vocês como testemunha.


André Barcinski, é crítico da Folha, diretor e produtor de programas. Ele assina artigo na Folha de São Paulo que leva o seguinte título: “Globo age como o pai que faz de tudo o para filho ganhar as peladas”. Irretocável. Nos últimos dias andei batendo muito nesta tecla. Criticando os demais clubes que aceitam ir a reboque, passar o pires.


Fala, André: “Quando leio sobre as cotas de TV que a Rede Globo pagará aos clubes brasileiros a partir de 2016, me lembro de Mauricinho, o playboy. Porque a Globo age como o paizão rico que faz de tudo para que seu filhinho ganhe todas as peladas. No caso, seus dois filhinhos: Corinthians e Flamengo. Timãoricinho e Flaboy.”


O Santos torrou a paciência. Não aceita mais o joguinho da Globo, esta preferência escandalosa por Flamengo e Corinthians. Não aceita renovar o contrato e está conversando com outro canal de televisão. Estou achando que agora vai. Romildo Bolzan também fincou pé e Piffero não deve estar gostando desta situação.