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O contrato entre Grêmio e ISL continha cláusulas de confidencialidade até que tais cláusulas deixaram de interessar para um dos lados, que vazou um documento de mais de 100 páginas, divulgado pelo Correio do Povo na época com exclusividade. Durante meses eu e o repórter Carlos Corrêa divulgamos os dados contratuais e, inclusive, os cheques que originaram uma questão judicial que ganharia o rótulo de “caso ISL”. O contrato entre Grêmio e OAS continha cláusulas de confidencialidade até que uma parte do Grêmio entendeu que não renegociaria alguns pontos sem vazá-lo. Divulguei todo o contrato e seus aditivos na íntegra no meu blogue (www.correiodopovo.com.br) e, depois de muito constrangimento, a construtora aceitou renegociar cláusulas que vão beneficiar, e muito, a instituição no decorrer dos 20 anos de parceria. O contrato entre Inter e Andrade Gutierrez, guardado a sete chaves, começa a vazar via repórter Fabrício Falkowski. Mais uma vez o Correio do Povo larga na frente. Começa a vazar porque parte dos conselheiros colorados entende que o Inter tem que fazer valer seus direitos e cobrar a multa por atraso se este se confirmar. A Oposição deve ficar atenta. Alguém dirá que uma parceria de 20 anos não pode começar mal. Pergunta: a Andrade Gutierrez não tomaria providências se o Inter não cumprisse o escrito, a sua parte? O vazamento de dados contratuais motivou a publicação de uma nota oficial pelo Inter. Em certo trecho, diz: “As partes informam ainda que o prazo de 31/12/2013 é uma primeira referência contratual e que a data limite, a qual não pode ser ultrapassada sob pena de sanções, é a necessária para a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, imposta pela FIFA e fixada em 28/02/2014.”. Ôpa! Surgiu uma “primeira referência”. Quem garante não haver uma “terceira referência”! Ou ainda uma quarta, quinta....