Hiltor Mombach

Um Grêmio inédito

A gestão Odone (2011-2013) terminou de pagar os condomínios de credores, solução encontrada para manter a sobrevida do clube depois do rumoroso caso ISL.
Na gestão Koff (2013-2015) ainda caíram alguns esqueletos do armário, mas o incêndio iniciado em 2002 estava quase apagado.
No último ano do seu segundo mandato (2015/2016 e 2015-2019) Romildo Bolzan mostra um Grêmio inédito.
A frase é do presidente:
“Não precisamos vender Everton”.
O clube não precisa vender seu melhor jogador para se manter financeiramente em 2019.
Poderá negociar por um valor excepcional. Romildo:
“Temos um orçamento enxuto.
Prevê a entrada de R$ 32 milhões com a venda de atletas, arrecadação na primeira fase da Libertadores, nas oitavas da Copa do Brasil e um oitavo lugar no Brasileiro.
Obviamente queremos ir mais longe, mas a previsão de grana é esta.
Estamos em condições de aceitar ou não a oferta por qualquer jogador.
Não precisamos de dinheiro para fazer caixa.”
Uma situação de luxo num país de clubes esmoleiros.