Hiltor Mombach

Uma opinião sobre este Inter

Prezado Hiltor, rotular de passional quem pensa diferente de você em algum ponto de vista é deselegante, injusto para com seus leitores, além de desqualificar e vitimizar seus próprios argumentos.
As verdades não pertencem a ninguém e ao mesmo tempo todos são donos dela.
Entender isso e dar a dimensão correta aos elementos de uma discussão é o que faz alguém melhor ou pior naquilo que escreve.


Agora, deixando a “juremização” de lado, bons times em formação começam ganhando de 1×0, empatando, ora jogando bem, ora não tão bem, ora jogando mal.
Com o tempo a confiança vai ganhando corpo, e isto se transforma em liga que, por sua vez, gera campeões. Foi assim no passado com o Grêmio do Felipão nos anos 90, com o Cruzeiro recentemente, com o Inter de Ênio Andrade no final dos anos 70, com o Santos do Leão na primeira metade da década passada.


Até pode ser que o Internacional não mantenha sua performance atual, pois tem muita água pra rolar.
No entanto, sua atual classificação passa muito longe de ser uma vaca na árvore.
É fruto de um time que marca forte, jovem, veloz, com preparo físico, com capacidade de fazer gols, rico em boas individualidades, dirigido por um treinador obstinado, motivador e caçador de bons resultados.


Uma vaca em uma árvore pode explicar uma situação anômala sem planejamento, sem trabalho, sem pessoas e profissionais competentes pra colocá la sobre a árvore.
Não é o caso deste Inter e seu trabalho.


Saudações coloradas!
Arthur Quintana