Hiltor Mombach

Uma torcida só não é garantia de nada

No ano passado o clássico o clássico Atlético-PR e Coritiba foi realizado no estádio Durival de Brito com apenas uma torcida, a do Furacão.
Os jornais do Paraná relatam que a torcida única em nada serviu para evitar os confrontos de atleticanos e coxas-brancas.
Em muitos pontos de Curitiba houve confusão entre os rivais.
Mesmo com 450 policiais militares no entorno do estádio, logo após o clássico terminar, e há poucas quadras do Durival Britto, ocorreu a primeira briga.
Do jornal Gazeta do Povo, do PR: "Além do confronto, um ônibus biarticulado foi depredado e cinco torcedores do Alviverde, menores de idade, foram apreendidos. A confusão só acabou após a chegada de 20 viaturas, entre PM e Guarda Muni­­cipal. Um passageiro, alheio ao futebol, foi atingido na cabeça tendo ferimentos leves.
“Os torcedores estavam esperando os rivais passarem”, comentou o inspetor Moreira, da Guarda Municipal.
O episódio mais grave foi o esfaqueamento de um homem, por volta das 22 horas, dentro do ônibus da linha Santa Cândida/Capão Raso, próximo à Praça do Japão.
Segundo a PM, pela denúncia, o crime teria sido cometido por um homem que vestia a camisa do Atlético.Uma hora depois, na República Argentina, novo confronto entre torcedores.
No terminal do Cabral, um início de confusão só acabou com a chegada de viaturas.
Um vereador disparou: "Lamentavelmente é triste ouvir a Polícia [Militar decretar a ineficiência num jogo de 10 mil torcedores.