Provocou furor a notícia de que alguns jogadores comeram carne folheada a ouro 24 quilates no Qatar.
O ex-atleta Ronaldo comandava o time ao lado de Éder Militão, Vinícius Júnior, Gabriel Jesus e Bremer.
Os angelicais recomendaram que a comilança de R$ 1 mil a cada mordida deveria ter sido privada.
Não na privada, mas privativa.
Ninguém compra uma Ferrari para guardar na garagem. Ostentação é para quem pode e, quem não pode, que se sacuda.
Os indignados lembraram de um Brasil que passa o pires na rua da Praia e do escárnio, deboche, acinte com dos que vão ao açougue para comprar osso.
Nada mais brega, cafona, do que esta expressão do luxo.
Entra ouro e sai como?
Cheira mal tal gesto. Mas o dinheiro é deles.
Êta esnobismo careta!
Sou mais uma picanha suculenta do meu amigo Elson Furini, no Barranco.
Vai uma picanha folheada a ouro?
Os indignados lembraram de um Brasil que passa o pires na rua da Praia e do escárnio, deboche, acinte com dos que vão ao açougue para comprar osso.
