O jornal O Pioneiro traz as repercussões do Gre-Nal em Caxias.
Da empresária Zeli Dambros: “aí vem uma delegação de Porto Alegre, mais os jogadores, vai ser um evento também, que vai juntar, no mínimo, 180 a 200 pessoas...
E porque liberar para jogos e não para outros setores da economia que estão em uma situação deplorável?” Do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Caxias, Renato Corso:
“Ficamos estarrecidos com a liberação de jogos de futebol no Estado. Muitos pequenos negócios, que não atendem nem 20 ou 30 pessoas por dia, permanecem fechados, enquanto são permitidos jogos de futebol que reúnem dezenas e até centenas de pessoas.
Para o secretário municipal da saúde de Caxias, Jorge Olavo Hahn de Castro o Gre-Nal é “uma atividade econômica, como qualquer outra”.
Oh, secretário!
Quem da cidade ganha com este jogo em tempo de pandemia e bandeira vermelha?
Ninguém.
Talvez a TV fature algum.
Vale o risco para sediar uma partida assim?
Há uma tremenda contradição do seu discurso secretário.
Diz que o Gre-Nal é “uma atividade econômica como qualquer uma” mas pergunta “qual pessoal de fora (da cidade) que vai vir?” para arrematar: “Não tem público. Esse jogo será somente transmitido.”
Incompreensível dar chance para o coronavírus.
Vale o risco, secretário?
“Ficamos estarrecidos com a liberação de jogos de futebol no Estado"
