Hiltor Mombach

VAR, de várzea

O dicionário registra como um dos significados para várzea:
“Campo de futebol localizado num terreno baldio e utilizado por times de amadores”. Na várzea, vale tudo.
Vale olhômetro e achômetro. Assim como no principal campeonato do Brasil.
Vale tudo quando o assunto é arbitragem.
Vale marcar pênalti fora da área e anular gol legítimo.
A não utilização do árbitro de vídeo (VAR) no Campeonato Brasileiro levanta suspeitas.
Quem não quer sua aplicação?
A quem não interessa a utilização desta tecnologia?
A CBF quer repassar os custos para os clubes.
A entidade apresentou um superávit de R$ 50,7 milhões no exercício de 2017.
A CBF deveria servir os clubes e não se servir deles.
A pirâmide aqui está invertida com o consentimento das agremiações.
A FGF deu um lucro de quase R$ 4 milhões em 2017 e leva 5% da renda bruta dos jogos realizados por Grêmio e Inter em seus estádios pelo Brasileiro.
Os segundo Gre-Nal deixou quase R$ 70 mil.
O VAR custa cerca de R$ 50 mil por partida.