Hiltor Mombach

Velho ano, ano Novo

O ano de 2018 está dando adeus.
Vem aí 2019.
Hora do tradicional balanço, de algumas projeções, de revelar desejos e, obviamente, de dar palpites.
O Grêmio sonhou com Copa do Brasil, Brasileiro e Libertadores e levou a Recopa e o Gauchão.
O Internacional garantiu uma vaga na Libertadores contrariando uma das impagáveis frases do Barão de Itararé:
“De onde menos se espera, daí é que não sai nada.”
O Cruzeiro ganhou a Copa do Brasil, virou hexa, o maior campeão deste torneio, e levou uma bolada de R$ 50 milhões.
O Palmeiras levantou a taça do Brasileiro consagrando a máxima que dinheiro faz a diferença.
Com a dinheirama oriunda do patrocinador se deu a luxo de montar dois bons times.
O Athletico Paranaense garantiu o inédito caneco da Copa Sul-Americana numa decisão de arrepiar diante do Junior Barranquilla.
O River Plate festejou a Libertadores que eu jurava viria para o Brasil com Grêmio ou Palmeiras.
Contou com a conivência da Conmebol.
Era para ser desclassificado pela violência da sua torcida.
A final contra o Boca aconteceu na Espanha, para vergonha do futebol da Argentina.
A vergonha prosseguiu no Mundial com o River sendo eliminado pelo Al Ain nas semifinais.
Meu desejo e ver uma final de Libertadores entre Grêmio e Inter.
Está bem, deixo por menos: uma decisão de Copa do Brasil.
Meu palpite é de que o Palmeiras, montado no dinheiro do patrocinador, seguirá dando as cartas no Brasileiro.