Hiltor Mombach

Venda de bebidas nos estádios, mais

O assunto é polêmico e, como tal, tem prós e contras.
Falo da comercialização de bebidas alcoólicas nos estádio de futebol.
Romildo Bolzan Jr. quer a liberação para faturar com a exposição da marca do fabricante na Arena e arredores do estádio.
Acha que o Grêmio ganharia R$ 4 milhões/ano.
Aposto como ganharia o dobro.
Falei sobre isto esta semana aquai mesmo na coluna e também no meu blogue.
Os leitores se dividiram nos comentários e e-mails.
Não vai muito, o ex-ministro do Esporte, Aldo Rebelo, defendeu  a liberação da venda de bebidas alcoólicas em estádios brasileiros após a Copa do Mundo:
“Eu não vejo sentido em proibir dentro dos estádios, em recinto privado, algo que as pessoas fazem legalmente e publicamente nos bares e restaurantes ou privadamente em suas casas”.
Desconheço um estudo mostrando se a violência parou, aumentou ou diminuiu após a proibição.
Este estudo seria importante.
Romildo diz, e é verdade, que os bebuns enchem a cara na periferia da Arena em dias de jogos e chegam no estádio prontos e já aprontando pelo caminho.
Não há fiscalização.
Aliás, não há fiscalização para quase nada no Brasil.
Para liberar a bebida os clubes precisariam primeiro barrar a entrada dos vândalos de carteirinha.