Flamengo e Fluminense são os times mais verticais do momento no Brasil.
Nenhum outro pratica futebol tão vistoso.
Nem o Palmeiras, mais conservador, ortodoxo.
O Flamengo dispensa comentários.
Deve gastar meio bilhão de reais com o futebol este ano. Tem uma das maiores folhas, senão a maior.
Possui reservas de luxo como Cebolinha. Decolou na mão de Dorival Júnior. Voltou a jogar o fino, como em 2019.
É virtual finalista da Copa do Brasil depois dos 3 a 1 que aplicou no São Paulo no Morumbi.
Jogará a segunda partida no Maracanã.
Está na semifinal da Libertadores e em terceiro no Brasileiro com 40 pontos.
Possui vários jogadores consagrados.
O Fluminense é a surpresa.
Transformando num Boeing por Fernando Diniz, é vice do Brasileiro com 41 pontos, oito atrás do líder Palmeiras.
Tem folha cinco vezes menor do que a do Flamengo.
Está também nas semifinais da Copa do Brasil.
No primeiro confronto, encurralou o Corinthians no Maracanã.
Poderia ter feito 3 a 1, mas saiu de campo com um empate em 2 a 2.
Eram 44 minutos do segundo tempo quando lembrei de Felipão.
Michel Araújo, que havia entrado aos 40, entregou a rapadura para Fagner, que deixou Róger Guedes em boas condições.
Guedes empatou.
Seguisse ordem de Felipão, e daria um bico.
Há horas de jogar o fino e de mandar a bola para o mato, que o jogo é de campeonato.
Porém, segue vivo.
Tem futebol para tanto.
Vendo o Flu, lembrei de Felipão
Flamengo e Fluminense são os times mais verticais do momento no Brasil. Nenhum outro pratica futebol tão vistoso.
