Poderia ter goleado, cedeu o empate, poderia ter perdido e...ganhou.
Da mesma forma dramática que ganhou a partida de domingo contra o Corinthians.
No último lance.
Marcou 3 a 2 aos 49min.
O jogo foi até os 50min.
Três pontos a mais. Terceira vitória seguida (antes 3 a 0 na Chape, 2 a 1 no Corinthians).
Quarta partida invicta.
Não perdeu mais depois do 0 a 0 no Gre-Nal.
Aos 24min do primeiro tempo Patrick fez 1 a 0.
Aos 38min Aderllan marcou contra: 2 a 0.
O time não tinha volume de jogo para tanto, mas tinha 100% de aproveitamento nas conclusões com a ajuda do Vitória.
Aos 41min Rossi avançou e sofreu pênalti de Kanu.
Era a goleada, a chance de matar a partida ainda no primeiro tempo.
Rossi cobrou, a bola raspou no travessão e saiu.
O erro de Rossi incendiou o rival.
Aos 45min Wallyson descontou: 2 a 1.
O futebol ensina que em jogos assim o mandante cresce na parada.
Não deu outra.
O Vitória começou a segunda etapa massacrando, com o Inter todo atrás, chamando o empate.
Chamou e veio logo.
Aos 13min Aderllan fez 2 a 2.
Era o dono da casa jogando e o Inter vendo jogar.
Um sufoco.
Só pelos 30min o Inter deu uma respirada.
Mas logo depois o Vitória passou a buscar o terceiro gol.
Aos 49min Cuesta roubou uma, saiu jogando e lançou Nico López.
O atacante bateu Aderllan na velocidade e mandou para o fundo das redes: 3 a 2.
Nico que havia entrado aos 24min.
Trocas do Inter no segundo tempo: 15min Uendel por Juan Alano; 21min, saiu William Pottker e entrou Brenner e aos 24min Nico López entrou na vaga de Rossi.
Vitória: Elias; Lucas, Aderlan, Kanu e Jeferson; Rodrigo Andrade (Ramon), Zé Welison e Lucas Fernandes (Nixon); Neilton, Walyson e André Lima (Júnior). Técnico: Vágner Mancini.
Inter: Danilo Fernandes; Zeca, Rodrigo Moledo, Victor Cuesta e Uendel; Rodrigo Dourado, Edenílson, Patrick (Juan Alano), Lucca e Rossi (Nico López); Pottker (Brenner). Técnico: Odair Hellmann.
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