Hiltor Mombach

Voto aberto / Por Carlos Josias





Abandonei a política do clube há 3 anos.
Me desliguei do grupo no qual estava desde a sua fundação e sempre tive ele como único grupo no clube, jamais troquei.
Entendi que tinha cumprido um ciclo.
Quase 20 anos entre dirigência e conselho.
Como dirigente fui exitoso, tive a sorte de ter parceiros de competência, e fiquei diretor jurídico de 93 a 98 ocasião em que tudo se ganhou.
Foram 2 Copas do Brasil, 1 brasileiro, 1 Recopa, e nem sei quantos gauchões. Foi tanta coisa que nem me lembro certo se deixo ou não de mencionar algo.
Sai em 98 e retornei Vice Presidente em 2005 com o clube no inferno. Ajudei a tirar o clube inferno do financeiro e futebol: a criação do Condomínio de Credores que salvou o Grêmio começa com minha chegada à VP e a instauração do plano, e no futebol fomos duas vezes campeões gaúcho e chegamos a final da LA. No ano do inferno, 2005, fui a todos os jogos do time em todo o Brasil e era o homem do CA que fazia o vestiário, um VP do CA que emprestava respaldo político a quem estava no vestiário.
Em outubro de 2007 sai. Não retornei mais e não pretendo retornar. Me convenci que tinha cumprido meu ciclo e me sinto feliz como estou. Não me proponho a fazer campanha nem a distribuir panfletos, mas me sinto no dever de dizer quem gostaria de ver no CD e a quem vou confiar o meu voto. Pois vou votar 7, o número imortalizado na nossa camisa por Renato no nosso Mundial.
É CHAPA 7.
Quem quiser indicação, está ai. O pleito é democrático e cada um, claro, vota em quem achar melhor.
Eu voto 7. Que viva o Clube.

— com Roberto Schweitzer e outras 32 pessoas.