Zago caiu.
Dias atrás escrevi que ele estava achando um time.
Desachou.
O neologismo é meu.
Patético o Inter que terminou a partida no Mangueirão: um goleiro; três zagueiros (Danilo Silva, Cuesta e Ortiz) sendo que um deles, Danilo como lateral-direito; dois laterais (Carlinhos e Uendel) sendo que Uendel mo meio-campo; um volante, Dourado e quatro atacantes, Brenner, Potkker, Nico López e Cirino.
Não fosse trágico, seria cômico: como tudo já cheirava mal mesmo, com o time levando 1 a 0 do modestíssimo Paysandu, Zago mandou entrar Carlinhos, então no banco com indisposição estomacal, na vaga de Felipe Gutiérrez.
Zago achou um time contra o Palmeiras lá.
Não manteve na partida seguinte contra o ABC.
Foi inconvicto desde a chegada.
Mas, e há sempre um mas em tudo, Zago deixa uma ideia de equipe e uma formatação tática. Assim como Felipão deixou ao sair do Grêmio. Roger ajustou as peças e as coisas andaram.
Nem imagino que coelho a direção vai tirar da cartola.
Está provado que apostas não dão certo pelas bandas do Beira-Rio.
O momento pede um treinador cascudo e com currículo, mas estes são raros e os raros estão bem empregados.
