É Ford mesmo e sempre
Olá Juremir, estou lendo tua coluna sobre a ford e é isso mesmo, mal
sabemos de quem foi a culpa pela "perda da ford",mas, o certo é que
pagamos a conta.
Fora isso, quero te encher o saco puxando-o,pois, gosto muito do teu
estilo "sequelado" de enxergar o cotidiano.
Fazer o que quando o que temos é uma sociedade feliz com seu
estereótipo classe média onde fecham a janela pro "joãozinho" e servem
filé pro REX importado.
Povinho nojento!!!!!!!!!!!
Eduardo Costa Pauli
Incrivel sua coluna nesse dia no correio do povo, não falou nem um momento do PT, o senhor não consegue
esconder que é simpatizante do PT.
A ford foi embora porquê faltou habilidade politica do sr.Olivio Dutra que queria ser o pai da criança e não conseguiu.
Toda ermpresa quer incentivos para instalar-se e gerar emprego e renda para o povo do estado, até mesmo os sem-
terras(sem-vergonhas) que mamam no governo federal e nos simpatizantes em todo brasil.
Gostaria que o senhor fala-se sobre os representes do judiciário que sim, estão se tornando vedadeiros senhores feudais,
altos sálarios, regalias e ainda volta e meia recebem indenizações.Claro que não dá seria mexer num vespero.
Obrigado pela atenção, e desculpe qualquer coisa.
Anderson de souza guimarães.
Obs; Salve os Estados unidos ,Israel e a ford.
Prezado Juremir:
Permita-me parabenizá-lo por sua coluna de hoje, 2 de junho. Seu texto, como sempre muito bem construído, traduz em palavras aquilo que qualquer gaúcho com um mínimo de bom senso e de capacidade crítica sempre percebeu neste caso da Ford, algo que sempre esteve evidente para quem quisesse ver, apesar da pesada cortina de mistificação e de plena mentira lançada pela imprensa inimiga a serviço (ou liderando?) da oposição política ao governo Olívio: foi a multinacional, com vocação para a pirataria e para o 171, que quis ir embora! Neste sentido, é de se lamentar, a respeito das práticas menos dignas da imprensa local, para não se falar no vício da burla, que o próprio Correio do Povo dela não consegue se desvencilhar, apesar das mudanças radicais por que passou em data mais recente e bem distante daquele período histórico: A manchete nele estampada ontem, para falar da sentença favorável ao Estado, quase inverte o resultado do julgamento, como se a Ford fosse a parte vitoriosa. Com efeito, ao colocar o elemento secundário na frente do principal, dizendo textualmente que a “Ford recorre para não pagar ...”, o editor do CP “esqueceu-se” de que a maneira clássica de se noticiar uma decisão judicial é falar de seu conteúdo indicando quem venceu e quem saiu derrotado, e só após informar se ela é definitiva, se cabe recurso ou não, já que este aspecto é obviamente acessório!
Mas deixa pra lá ... Cabe aqui como uma luva aquela tirada filosófica do “faz parte”, que tu mesmo empregaste a propósito destas contingências da vida.
Quero encerrar com uma outra nota positiva: considero que merece maiores encômios ainda, pelo alto grau de espírito cívico e lucidez, uma outra crônica tua, em que falas sobre a obrigação de pagar tributos em uma sociedade minimamente funcional e justa. Foste brilhante na referida crônica, inclusive por teres recorrido aos dados autênticos da carga tributária para dimensioná-la, deixando de lado a técnica de “tocar de ouvido” que é utilizada pela grande maioria dos outros comentaristas deste tema, preocupados apenas em denunciar um completamente falso arrocho tributário que estaríamos vivenciando no Brasil.
Saudações.
Frederico de M. Kampmann
Caro Dr. Juremir
Encaminho, em anexo, manifestação: Conheça a Verdade - Flotilha, material da Juventude Judaica Organizada, que recebi de um amigo israelita de São Paulo. abr. Renato Lampert