A lei da selva e outras leis
Meu caro Juremir, lendo sua matéria "A lei da selva", pude perceber quanto estúpido e ignorante é seu conhecimento sobre aquele assunto. Se voçe quiser opinar sobre algo, procure primeiro entendê-lo, para não falar bobagem. Sou agricultor e moro no interior do estado, e fiquei muito indignado com o que li no jornal porque ao contrário do que imagina, não somos atrasados, só queremos viver com dignidade, podendo ter renda com a atividade, o que é normal em qualquer ramo.
Uma coisa concordo contigo, que estamos,todos, agredindo de todas as maneiras o ambiente que vivemos. Porquê só o agricultor precisa recuperá-lo, não se esqueça que o seu cocô também sempre foi depositado em lugar impróprio, voçê teria capacidade de juntá-lo todo para recuperar esse ambiente. É fácil jogar a culpa nos outros.
Gilberto Costa Beber
Prezado Juremir:
Parabéns por tua lúcida e certeira coluna “A lei da selva”. E, como se as disparatadas mudanças pleiteadas no Código Florestal Brasileiro não fossem suficientes, ainda temos que lutar, aqui no Estado, contra o projeto de lei 154/09, que pretende revogar toda a legislação ambiental gaúcha.
Mas seguimos na luta!
Um forte abraço,
Beto Moesch.
Caro Juremir, Parabéns pelo excelente texto da tua coluna de hoje.Retrata exatamente o que eu penso. A propósito, sou uma mulher de 50 anos, que se sentiu totalmente identificada com o teu texto: A mulher de 70 anos". Adorei! Essa somos nós, mulheres interessantes e interessadas na vida!
Um abraço. Izabel
A lei da selva: excelente a coluna. Segue desmascarando essa gente. Só um pedido: vira gremista. José Schiavon
Caro Juremir: mataste a pau com a lei da selva. Os reaças vão te atacar e te chamar de ignorante. É o argumento que sempre usam para tentar desqualificar quem os desmascara. Eu também sou agricultor e sei que dá para produzir respeitando as leis e a natureza. É uma só questão de mentalidade.
Não te assusta.
Abraços, Carlos Augusto
Juremir, o escritor, boa noite
Estava doente, exausta e jururu quando li sua homenagem e logo aquele sorrisinho delicioso de saúde pintou.
Sem dúvida o entendimento entre nós é perfeito. O diálogo íntimo rola com tanta naturalidade. Uma companhia indispensável no meu café da manhã. Adoro sua sapiência, os toques primorosos das entrelinhas, as dicas, a poesia, as nossas diferenças e ideias afins. Curto sua forte visão de responsabilidade e a forma árdua e dura com que despe a todos nós... humanos possíveis.
Encantador! Um profissional genial, parabéns.
Enfim, dias tão difíceis, importante vê-lo tão presente.
Um abraço apertado
Marta
Caro Juremir!
Os teus artigos são lidos com assiduidade e grande espectativa; e quando te reportas aos professores(as) posso afirmar que fazes brotar um sentimento de grande satisfação e alegria o que se tranforma imediatamente em dizeres como: "ele" nos defende, "ele" é uma pessoa muito especial! Vida longa ao Juremir!
( Também quero destacar que temos funcionárias da escola atentas ao que escreves e uma em especial com muita frequência pergunta-me: Renata, tu estás acompanhando o que o nosso amigo escreve?)
O último parágrafo do teu artigo lemos: " Eu ainda sonho com um Brasil voltado para a escola como espaço sagrado. Isso só acontecerá a partir do momento em que se considerar o ensino como primordial e os salários forem melhorados a ponto de alterar a vida cotidiana e cultural dos mestres."
Posso dizer que nos unimos a ti neste sonho; pena que infelizmente quem deveria fazer e quem tem poder para fazer acontecer este sonho o trata com demagogia, com promessas vagas e descompromissadas em época de campanha eleitoral.
Os reajustes que recebemos ao longo dos últimos anos são imperceptíveis nos salários. No Governo de Germano Rigotto recebemos 8.54% ( se não me falha a memória) em quatro parcelas. No governo Ieda, 6% ,igualmente em quatro parcelas. Sendo que a primeira, será em setembro de 2010.
Significa que em 9 anos, recebemos ou receberemos 14% de reajuste, ( parte do reajuste da Ieda será pago no próximo governo)
De nada adiantam propagandas bonitas, verbas daqui e acolá se o principal falta nas escolas, que são: professores(as) motivados(as), professores(as) com brilho nos olhos, professores(as) apaixonados(as) pelo que fazem...
Um grande abraço
Professora Renata Fenner Martini
Professora de História e vice diretora da E.E.de E.M. P. Haydée M. Rostirolla
Prezado Juremir:
Excelente a tua análise do caso do goleiro Bruno. Disseste com profundidade aquilo que eu pensava sobre o assunto.
Porém, como fã que sou de Poe, queria chamar a atenção para o seguinte: o conto onde uma mulher é morta e emparedada é O Gato Preto, e não A Queda da Casa de Usher.
Abraços,
A.Reiffer
Juremir, leio a tua coluna. Gosto de ler. Não guardo tudo que leio, mas interessa-me saber as fontes. E quando tenho dúvidas retorno a elas. Quero te agradecer por me fazer retornar a Poe. Na minha juventude e após, na faculdade de Filosofia, muitas vezes o li. Na tua coluna de hoje (08/07/10), tu citas Poe. No entanto, é ao conto "O Gato Preto" e não ao conto "A Queda da Casa de Usher" que tu te referes quando traças o paralelo da perversidade entre o conto de tua lembrança e o que foi relatado pelos noticiários.
Abraços de seu leitor.
Carlos Fernando Leser.
Boa Noite!
Juremir, gostaria de parabenizá-lo pelo excelente e critico texto, MÃOS AO ALTO, PROFESSOR!
Infelizmente, esta é a nossa realidade.Sou professora há um ano e já penso em mudar de carreira, as condições de trabalho só pioram e ainda por cima ouvimos boatos de que vem aí a tal de "meritocracia", enquanto que valorização e salários dignos nem são mencionados.É lamentável. Nosso país tem a educação que reflete a nossa condição de terceiro mundo, um país que aos olhos do mundo só sabe jogar futebol e quando nos tiram isto não temos nada. Não somos reconhecidos pelos índices de educação, cultura etc.Dinheiro e investimentos para o ensino não há, ajuda a necessitados que perdem tudo nas enchentes também não, mas para a Copa de 2014 isso sim .....
Aline
É isso memo.
Já notastes que há, cada vez mais, modelos de cuecas no mercado, sem espaço para retirar o penis para urinar, e também que os modelos estáo cada vez mais justos, apertando o saco?
Por outro lado há cada vez menos opções sem apertar o saco e com abertura para retirar o penis para mijar. Não que eu seja favorável ao modelo samba canção, que nunca usei. Me refiro aos modelos “slip” e “boxer” mesmo.
Por isso estou te convidando a participar da campanha: proteja o homem de ser obrigado a usar calcinha!
Abraço
Fernando Luiz Motta dos Santos
PS: sou leitor assíduo da tua colua e gostei muito do Getúlio, tanto que comprei outro para dar de presente. O presenteao, um gaúcho formado em História que mora em SP, também gostou.