A partilha do pão
Quem não deve, não Temer.
Ou deve Temer o Michel?
O cara de mordomo garante que não disse o que dizem que ele disse: que está na hora da partilha do pão.
O problema é esse: Temer tem cara de mordomo.
Não de padeiro.
Nem de vice.
Só de vício.
Felizes os convidados para a ceia da senhora.
Senhora dos afogados.
Tem pão para todos.
Todo mundo quer a sua côdea.
Até o PP.
Partido do Pão.
Maluf é um pão.
Pão velho e queimado.
Todos querem o miolo do pão.
Lula é o mestre cuca.
O PT pode escolher.
O PTB, o PMDB e outros membros da Padaria Brasil querem pão e café.
Dem e PSDB tem padaria própria.
Na outra esquina, à direita.
Mas as vendas estão caindo.
Os tucanos estão comendo o pão que o diabo amassou.
Pão sovado pela extrema-direita.
É cacetinho neles!
A festa será grande.
O PMDB conta com a multiplicação dos cargos.
Quer dizer, dos pães.
A massa está crescendo.
O horário eleitoral é um baita fermento.
Dilma já bate Serra no Rio Grande do Sul e em São Paulo.
É pão para toda obra.
Serra não corta pão.
É pau, é pedra, é pão.
Padaria Brasil, ao seu dispor.