Apartados, apertados e outros assuntos
Caro jornalista.
Sou de Livramento. Acompanho tuas colunas. Parece que retomastes a tua admiração pelo Lula. A política internacional é areia movediça. Tem que se pisar com muito cuidado. Não é para qualquer um. Não se sabe o que se passa nos bastidores da mesma, principalmente entre os grandes países do mundo. É briga de elefantes! E quando um elefante urra, o leão se afasta. Tudo é possível e nada é possível conforme o que está em jogo. Quem se mete, é convidado, e deve jogar conforme as regras estabelecidas por quem tem o poder de decidir. E quem decide o que é ou não são as grandes potencias mundiais. E aí está a diferença, só quem tem cacife pode bancar presença, se não tem é um mero figurante por concessão e de acordo com o que é lhe pemitido participar. É a mesma coisa que dar as cartas e sair de mão. Lula é um mero figurante. Esta é que é a realidade.
JOSÉ APAREIDA DE CASTRO MACEDO - APOSENTADO
RUA JORGE PEDRO ABELIN, 225/101
Prezado Juremir
Olhando pasmo as páginas do Correio do Povo e outros periódicos semanais, parei para imaginar o brete para o qual nos estão enviando. Fiquei assustado!
Então, para dar vazão a minha raiva, escrevi.
Se concordas, por favor comente.
Cordiais saudações
Carlos Júlio Lemos
Os Apartados do Sul do Brasil
Quando pensamos em Rio Grande do Sul, lembramos da nossa cultura, do nosso povo bravo e varonil, dos entreveros e conquistas do passado. Aqueles guapos, muito bem descritos por poetas, historiadores e Jaime Caetano Braun, “... de pingo sempre encilhado bombeando o pampa e coxilhas”, de adaga e pistola à cinta para policiar, destemidos, as fronteiras do sul do Brasil. Naquela época eram farrapos. Vieram os alemães, italianos, russos e outros europeus que se sentiram em casa e compuseram a histórica miscigenação que compõe o gaúcho de hoje. Este povo que outrora, fez circular rumores de que estava financiando o dispêndio do restante do território nacional e por isso, chegou a pensar em separatismo. Mas declinou em benefício da união do Brasil. E assim, a partir desta estirpe e opção, moldamos presidentes, senadores e ótimos representantes do povo brasileiro, que mais trabalharam pela união federativa do que pela nossa querência.
Surpreende-nos algumas mudanças: as uvas plantadas no nordeste, os calçados fabricados no sertão, a fábrica de automóveis que teve o terreno preparado para começar e se fixou na Bahia; as medidas como a MP 102495, mais adiante a Lei 9.449/97 do Regime Automotivo, decreto 2179/97 que dispõe sobre a redução de impostos para o desenvolvimento regional para fabricação de automóveis e implementos agrícolas, tem no Art. 2º, §IV – são beneficiárias as regiões norte, nordeste e centro-oeste, depois a MP 471 de 2009 que concedeu mais benefícios. Da mesma forma, promessas de um Mercosul forte e competitivo falharam. A união aduaneira só fez aumentar tarifas, o desvio de comércio e o protecionismo, indicando que somente com muito custo seremos competitivos com o resto do mundo ou termos o chamado livre comércio.
Diante das eleições, o primeiro escalão anuncia corte de gastos e arrocho dos vertedouros públicos. Para quem? Certamente para os estados do sul que com freqüência vêm seus governadores correndo para trazer verbas para a saúde pública, conservar estradas e dar mais dignidade à educação. A governadora Yeda Crusius num ato corajoso, ajusta as contas públicas, desengaveta e paga os precatórios, que há muito nem mais se ouvia falar. Se o caro leitor está aí a refletir triste, eis a última “o Rio Grande do Sul está fora da primeira fase do Plano Nacional de Banda Larga”, logo aqui que por certo seria, sem dúvida, muito mais simples para sua implantação e, mais uma vez, o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná não são prioridade do Governo Federal. Estamos sofrendo uma lastimável onda separatista ao contrário.
Da maneira como se acomoda o cenário das decisões, o Brasil dá sinais de que está se apartando dos estados do sul; se separando e lentamente drenando recursos para outros estados, ditos “mais prioritários”, pois quer agora pensar nas eleições. Devemos estar alertas, pois não existe mais os nordestinos pobres e esquálidos, estes, há muito recebem polpudas verbas por conta deste imaginário. E aqui, os moradores das ilhas do Guaíba passam fome. As famílias de Eldorado do Sul, por exemplo, sofrem com enchentes, pouco ou nenhum transporte público entre Porto alegre e Guaíba e, além disto, a lavoura e pecuária da metade sul do estado teme, que a construção de uma nova ponte de travessia do Guaíba não saia do papel. Vamos acordar logo, antes que seja tarde. Temos que exigir dos nossos representantes a defesa do Rio Grande do Sul no cenário nacional.
Juremir se fala tanto em fator previdenciário mas só vale para os aposentados Inss e os funcionários públicos também vale ou eles são intocáveis e nos pagamos o pato? Jccervo
Juremir:
Talvez, no domingo dia 16 de maio tu chegaste ao estado da arte na tua sempre inimitável e inteligente crônica ao citar o escritor Guy Debord.
Se puderes e se tiveres interesse fale mais sobre esse grande escritor, embora não o conhecesse, constatei que suas ideiais e seus conceitos são simplismente o realismo das coisas.
Quantos o escrito deixou publicados ?
E quero reiterar mais uma vez que ainda bem Juremir que tu escolheste nosso Estado para nos presentear com tuas crônicas. Senão estaríamos perdidos em meio a ignorância ativa que existe por aí!!!
Um abraço,
Teu leitor assíduo
Rafael da Fonseca
Fisioterapeuta
Cruz Alta/RS
Senhor Jornalista e Escritor
Boa Tarde
Tudo bem?
Espero que sim.
Lhe conheço atravé da mídia.
Não li nehum dos seus livros mas ainda teria a honra.
Leio sempre a sua coluna no CP.
Acheio explendida sua publicação sobre os primeiros socorros.
Acho que a chamada Super SEXY CPR é simplesmente
uma piada.E outra gostei da frase"O ser humano é o que de melhor aparaceu no universo depois do nada.É simplesmente certo.
Sucesso
Ligia Prus
Adv.Gravataí
Adorei sua coluna do dia 20 de maio foi bem original,e mostra que o governo lula é a cara do povo brasileiro.Falta agora mudarmos o rio grande e pra melhor,SIRVAM NOSSAS FAÇANHAS DE MODELO A TODA TERRA...
marino de oliveira olegário